A Bíblia das Bruxas Janet e Stewart Farrar

    A Bíblia das Bruxas Janet e Stewart Farrar

    A feitiçaria moderna, na Europa e nos EUA, é um fato. Ela não é mais uma relíquia
    subterrânea da qual a camada restante, e até mesmo a própria existência, é acirradamente
    disputada pelos antropologistas. Ela não é mais o passatempo bizarro de um punhado de
    excêntricos. Ela é a prática religiosa ativa de um número substancial de pessoas. Sobre o
    quão grande é este número não existe certeza, porque a Wicca, além do coven individual,
    não é uma religião hierarquicamente organizada. Onde organizações formais de fato
    existem, como nos Estados Unidos, isto se aplica à razões legais e tributárias, não para
    uniformidade dogmática ou o número de membros. Porém os números são, por exemplo,
    suficientes para manter uma variedade de periódicos ativos e para justificar a publicação de
    um corpo literário sempre crescente, em ambos os lados do Atlântico; portanto uma
    estimativa razoável seria a de que os adeptos da Wicca em atividade chegam agora à
    dezenas de milhares, no mínimo. E toda evidência sugere que o número está crescendo com
    regularidade